terça-feira, 26 de agosto de 2008

EDP e Generg com acordo para pequenas centrais hídricas

A EDP Produção e o grupo Generg celebraram, em Agosto, um acordo de princípios para os cursos de água das bacias dos rios Mondego e Tejo.
O objectivo do acordo é identificar, analisar e desenvolver conjuntamente pequenos/médios projectos de produção de energia hidroeléctrica, através da construção e exploração de novos centros electroprodutores hídricos, com potência instalada limitada a um máximo de 30 MW.
De acordo com as empresas, esta cooperação contribuirá para «reforçar a estratégia de valorização dos recursos hídricos nacionais na produção de electricidade, reforçando a independência energética do País e reduzindo as emissões de CO2».

(Fonte: Portal Ambiente)

Carris atinge 89,3 por cento no barómetro da sustentabilidade

A Carris integra o Top 21 das empresas portuguesas, depois de atingir os 89,3 por cento no Barómetro da Sustentabilidade, resultado do estudo sobre o “Estado de Arte das Práticas de Sustentabilidade em Portugal”, promovido pelo Banco Espírito Santo, jornal Expresso e BCSD Portugal - Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, em parceria com a Heidrick & Struggles.
No segundo ano consecutivo de participação, a Carris ficou posicionada acima da média nacional, de 55,82 por cento nas empresas públicas, e acima da média global do estudo, de 64,08 por cento.
Da análise dos resultados globais desse estudo, a Carris destaca-se na dimensão ambiental, em particular nos critérios de Política e Gestão Ambiental e de Reporting Ambiental, e na dimensão social, nos critérios da Responsabilidade Social.
O estudo teve como objectivo conhecer o posicionamento de cada uma das 76 empresas participantes em relação às “Best-Practice” e ao “Best-in-Class” do mercado, ressalta a Carris em comunicado.
Para participar neste estudo foram convidadas 500 instituições em Portugal, entre empresas cotadas e não cotadas, empresas públicas e autarquias, das quais 200 aceitaram o convite e, destas, apenas 76 tiveram condições para concorrer.

(Fonte: Portal Ambiente)

sábado, 2 de agosto de 2008

Martifer Solar fecha contrato com Solarfun para 30 MW de módulos solares

A Martifer Solar assinou contrato com a empresa chinesa Solarfun para o fornecimento de 30 MW de módulos solares fotovoltaicos em policristalino. O contrato, em vigor entre Janeiro e Dezembro de 2009, juntamente com a produção da Martifer Solar, assegura o abastecimento aos projectos da empresa para este ano em vários países europeus.
De acordo com o contrato, a Solarfun fornecerá 30 MW de módulos fotovoltaicos à Martifer Solar por um preço fixado para todo o período do contrato. Estes módulos serão utilizados nos projectos que a Solar vai desenvolver em Portugal, França, Espanha, Itália, Grécia e noutros mercados onde a empresa tenha interesse.
Henrique Rodrigues, presidente executivo da Martifer Solar salientou, durante a assinatura deste contrato, que «a Martifer Solar está muito motivada para trabalhar com Solarfun e instalar os seus módulos em vários projectos em toda a Europa».
Com este contrato fechado, a Martifer Solar «garante o seu compromisso com o cliente ao assegurar o abastecimento para desenvolver todos os seus projectos sem correr riscos de escassez de stock de painéis fotovoltaicos no mercado».

(Fonte: Portal Ambiente)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Grupo indiano Tata interessado na Enersis

O grupo indiano Tata, através da sua participada Tata Power, entrou na corrida para a compra dos activos eólicos da Babcock & Brown na Europa. Fonte ligada ao processo admitiu que o grupo, que está em Portugal desde 2005 na área da consultoria, está interessado no negócio em Portugal, refere a agência Lusa.
Recorde-se que a Babcock & Brown anunciou, no início do ano, que pretendia vender projectos na Europa, incluindo a portuguesa Enersis. Esta operação deveria estar concluída até ao Verão, e inclui a venda de cerca de 3 mil MW distribuídos por Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha. Os activos eólicos europeus estão avaliados em 3,5 a 4 mil milhões de euros.
Recentemente, João Talone, ex-presidente da EDP e actual gestor do fundo Magnum Capital Partners, aliou-se ao fundo Nova Energia, gerido por Carlos Pimenta, para tentar também comprar a empresa da Babcock & Brown, noticiou o Diário Económico.

(Fonte: Portal Ambiente)

Grupo Enerpal inicia a sua expansão em Portugal

O grupo Enerpal, empresa espanhola dedicada ao desenho e montagem de instalações para o aproveitamento de energias alternativas, iniciou a sua expansão internacional no mercado português. Depois de numerosos estudos prévios, o grupo decidiu concentrar esforços e começar um desenvolvimento progressivo em Portugal.
A empresa contará com um sócio nacional, conhecedor do mercado local e com experiência também neste sector das energias renováveis do mercado luso. Assessorado pelos escritórios centrais do grupo, encarregar-se-á da implantação da empresa em Portugal, pondo em marcha instalações de energia solar fotovoltaica conectadas à rede.
Com dez anos de existência, a Enerpal desenvolve grandes projectos de aproveitamento de energias renováveis, principalmente de energia solar fotovoltaica, contando com mais de 200 MW em fase de construção e tramitação.
Para além disso, tem em curso projectos de energia eólica, líder no desenvolvimento de mini-parques eólicos com potência até 10 MW.

(Fonte: Portal Ambiente)

ONU reduz GEE na sede nova-iorquina

O edifício da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque vai reduzir o uso de ar condicionado, a emissão de gases com efeito estufa e promover a poupança de recursos. O objectivo, de acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, é manter uma temperatura interna entre os 22 e 25ºC, e desligar o aquecimento ou o ar condicionado durante os fins-de-semana.
O plano será iniciado em Agosto, a título de experiência, sendo que, durante esse mês, «os funcionários e diplomáticos serão incentivados a vestirem-se de forma mais informal», continua a mesma fonte.
Em termos de poupanças, esta campanha poderá evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono, equivalente a 100 mil dólares. «Se esta experiência tiver êxito, o plano será prolongado», adianta Michael Adlerstein, director executivo do plano de melhoria das infra-estruturas do edifício da ONU. No Inverno, os cálculos apontam para poupanças maiores do que no Verão, podendo o custo energético anual diminuir em aproximadamente um milhão de dólares, conclui a mesma fonte.

(Fonte: Portal Ambiente)