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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Aldeia da Vila da Ponte aderiu à energia solar

Com pouco mais de cem habitantes e 40 painéis solares instalados, Vila da Ponte tornou-se na aldeia mais renovável do concelho e, por ventura, da região. A opção beneficia o ambiente, mas foi feita a pensar na economia.
As contas estão mais que feitas. Antes da instalação de quatro painéis solares, o professor Alcino Moura gastava cerca de três mil litros de gasóleo para aquecer a casa e ter água quente. Agora, com o sistema solar a funcionar em paralelo com a caldeira tradicional, gasta apenas mil. Ao certo, o proprietário do Restaurante Residencial a Cista só vai saber quanto vai poupar quando tiver de voltar a encher o depósito de gasóleo da caldeira. Mas, porque desde que os painéis solares estão a funcionar, o sistema anterior funciona "muito menos", acredita que a economia venha a ser significativa. Aliás, tenciona mesmo reforçar o sistema que aproveita a luz do sol.
No centro da aldeia, Maria Alves também aderiu aos painéis que transformam energia solar em água quente. "O meu é só para os banhos", explica. E dá resultado? A água sai quente? "Ai dá! Até dá para pelar as galinhas", responde. A vizinha, também Maria, mostra-se igualmente satisfeita com o investimento. Abre a torneira da cozinha para mostrar que a água sai a "escaldar". O contador instalado no local exibe mais de 70 graus.
Neste momento, na aldeia da Vila da Ponte, em Montalegre, são já 40 os painéis solares instalados. Metade são térmicos e a outra metade fotovoltaicos, ou seja, destinam-se à produção de energia que irá ser comprada pela EDP e integrada na rede de distribuição. Neste momento, Alcino Alves aguarda apenas uma última vistoria para começar a vender a energia que vai produzir a partir dos dispositivos colocados no telhado da própria casa. Entrará, assim, na restrita lista de pessoas que fazem microgeração, ou seja, consumidores que geram energia através com equipamentos de pequena escala. A inscrição nas vagas abertas pelo Governo é feita via Internet no portal "Renováveis na Hora". "Tive sorte. Mal fui aceite, o sistema fechou passados dois minutos", recorda. A quota de produção de Alcino é de 3,68 quilowatts.
Apesar dos apelos e incentivos constantes à protecção do ambiente, não foi por este motivo, nem por força da Lei (ver caixa), que a Vila da Ponte de transformou, por ventura, na aldeia com mais painéis solares por habitante. Foi graças aos apelos de um filho da terra que abriu, em Braga, uma empresa de comercialização e montagem deste tipo de sistema. João Alves decidiu começar a mostrar as vantagens dos peinéis na terra natal. Sobretudo, económicas. "Eu puxo sempre pela parte económica, mas mesmo assim não é fácil", lembra o jovem, que garante aos conterrâneos que gastem duas botijas de gás por mês, que conseguirão reaver o investimento em três anos. Para abastecer de água quente uma família de quatro pessoas, o sistema de painéis solares, instalação incluída, custa cerca de 2 mil euros. No entanto, cerca de um terço do investimento é dedutível em IRS. "É compensatório", conclui João Alves.
Menos dependente do petróleo e mais à mercê da generosidade do sol, à população da Vila da Ponte resta agora pedir que este brilhe com muita intensidade. Uma vantagem em relação às grandes cidades para que o sistema funcione melhor já tem: níveis de poluição muito inferiores.

(Fonte: Margarida Luzio)

Mais de 40 entidades unem-se para promover responsabilidade social

Dinamizar actividades de promoção e implantação da responsabilidade social em Portugal, nas instituições públicas, empresas e organizações privadas é o objectivo da Rede Nacional de Responsabilidade Nacional das Organizações (Rede RSO PT), que é actualmente coordenada pelo Instituto da Soldadura e Qualidade (ISQ).
IBM, HP, Pestana, Somos, Associação Industrial Portuguesa, RSE Portugal, autarquias, IAPMEI e várias organizações não governamentais são alguns dos membros que integram esta entidade, criada no passado mês de Maio.
Neste momento, a rede conta com 40 parceiros, mas, até final do ano, o objectivo é chegar aos 200 membros.
Margarida Segard, coordenadora do projecto, explica ao AmbienteOnline que a iniciativa surgiu ao abrigo da iniciativa Equal, co-financiada pelo Fundo Social Europeu, que visa implantar a responsabilidade social em Portugal.
Workshops, acções de formação, consultoria em empresas e organizações e campanhas em órgãos de comunicação social são algumas das formas que a rede vai usar para fazer crescer uma rede de responsabilidade social das organizações.

(Fonte: Tânia Nascimento)

Amarsul conquista certificação integrada

Qualidade, ambiente e saúde, higiene e segurança no trabalho constituem as três áreas onde a Amarsul, empresa do grupo Empresa Geral do Fomento, acaba de obter a certificação, anunciou a empresa.
A certificação obtida abrange todas as instalações integradas no sistema da Amarsul, ou seja, três ecoparques, em Palmela, Seixal e Setúbal, sete ecocentros -Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Seixal e Sesimbra – e a unidade de eco-transferência, em Sesimbra.
A implantação deste sistema integrado de gestão «permite a estruturação de processos, a identificação e sistematização das acções individuais e colectivas de prevenção e controlo de riscos e a minimização de impactes ambientais», salienta a Amarsul. Também trará vantagens ao nível da melhoria na utilização dos recursos, o que permite potenciar «maior eficiência e melhor qualidade das operações, com o reforço da satisfação dos colaboradores, utentes e da sociedade em geral», remata a responsável pela gestão do sistema multimunicipal de tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos da Margem Sul do Tejo.
Os normativos ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001 referem-se, respectivamente, aos sistemas de gestão da qualidade, ambiente, e saúde, higiene e segurança no trabalho.

(Fonte: Portal Ambiente)

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Objectivos do projecto Mobilidade Sustentável «plenamente alcançados»

Ao fim de quase dois anos de trabalho, a quase totalidade dos planos contratualizados no âmbito do projecto Mobilidade Sustentável, que abrange 40 municípios, foram concluídos.
De acordo com Fernando Nunes da Silva, que tem estado ligado ao projecto, «apenas quatro ainda se prolongam até ao final do ano, devido a atrasos no seu início». De resto, o despertar tardio de alguns responsáveis políticos para o interesse e importância do projecto, o que conduziu a atrasos na elaboração dos relatórios de proposta, é um dos aspectos negativos apontados pelo docente do Instituto Superior Técnico, da Universidade Técnica de Lisboa (IST-UTL), à iniciativa Mobilidade Sustentável, que visa a melhoria contínua das condições de deslocação, a diminuição dos impactes no ambiente, e o aumento da qualidade de vida dos cidadãos.
A existência, em alguns casos, de uma menor disponibilidade dos técnicos municipais para acompanharem de perto o desenvolvimento dos estudos, dada a sua absorção pelo trabalho quotidiano na autarquia, e a insuficiente consideração dos impactes ambientais associados à mobilidade, nomeadamente o ruído e a poluição atmosférica, devido à quase generalizada escassez de dados nestes domínios, são outros dos aspectos menos positivos apontados.

Manual de boas práticas da mobilidade quase concluído
No decurso do projecto foram realizados perto de 20 encontros e seminários em todo o País, elaborados 110 relatórios técnicos de diagnóstico, de objectivos e conceitos de intervenção e propostas.
Para além disso, encontra-se em fase de finalização um Manual de Boas Práticas para uma Mobilidade Sustentável, em cuja elaboração colaboraram os 15 centros e instituições de ensino superior e de investigação envolvidos no projecto, bem como o Grupo de Trabalho Ambiente e Transportes.
Como balanço final, «pode considerar-se que não só os objectivos do projecto foram plenamente alcançados, como se conseguiu mesmo ir além do inicialmente previsto em termos de cooperação entre centros universitários e entre estes e os municípios», realça Nunes da Silva.
Por outro lado, a experiência de cooperação institucional entre vários organismos e entidades do Estado permitiu «avaliar na prática as grandes vantagens que esse modo de trabalhar encerra, mas também detectar fragilidades que essa abordagem inovadora comporta e que importa superar», acrescenta.
Por fim, conclui o especialista, a disponibilização do trabalho técnico produzido através de um site do projecto, sediado na Agência Portuguesa do Ambiente, e a próxima edição do Manual de Boas Práticas «constituem o maior acervo de informação produzida neste domínio no País, permitindo uma clara compreensão dos problemas existentes em termos de mobilidade urbana ao nível local».
A conversão de transportes urbanos para gás natural ou biocombustíveis, a adequação dos horários dos transportes públicos às necessidades da população, a construção de ciclovias e zonas pedonais com estudos adequados ou a elaboração de um manual de boas práticas para a mobilidade são alguns dos objectivos do projecto Mobilidade Sustentável. Apresentado em Março, envolve 40 municípios, cujos planos de mobilidade terão de estar concluídos em 2008.

(Fonte: Portal Ambiente)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

IBM lança nova ferramenta de consultoria ambiental

A IBM disponibiliza uma nova ferramenta de consultoria que pretende ajudar os clientes a tornarem os seus produtos mais amigos do ambiente, desde o seu desenvolvimento e manufactura, passando pela sua disponibilização e utilização, até à sua recuperação e reciclagem final.
O IBM Environmental Product Lifecycle Management, que abrange uma ampla variedade de produtos, como carros, tractores, televisores, máquinas de barbear, e mesmo alimentação e vestuário, permite aos clientes analisar todas as fases da existência de um produto e concebê-lo para que seja ecológico desde o início. Isso inclui os materiais utilizados para a sua concepção e acondicionamento, a energia necessária para o produzir, transportar e utilizar, e a possibilidade de ser reciclado ou remodelado quando já não for utilizável.
Segundo a IBM, este produto «é especialmente relevante para os clientes dos sectores automóvel, equipamentos pesados, electrónica e produtos de consumo». A oferta prevê uma análise global do ciclo de vida do produto, tendo em conta as actuais preocupações ambientais, as regulamentações e questões empresariais, e as melhores práticas da indústria.
Com base nessa análise, a empresa ajuda o cliente a compreender eventuais lacunas nas suas práticas actuais, a desenvolver metas realistas para reduzir o impacto ambiental e a estabelecer um plano estratégico de iniciativas para cumprir esses objectivos.

(Fonte: Portal Ambiente)

Sector residencial pode evitar mais de 100 milhões de toneladas de CO2

Se os consumidores portugueses optassem por utilizar as tecnologias mais eficientes disponíveis no mercado, para além de contribuírem para a redução da factura mensal de electricidade, evitariam a emissão de dois milhões de toneladas de dióxido de carbono e a importação de 800 milhões de m3 de gás natural.
Em toda a Europa, esta poupança impedia a libertação de mais de 100 milhões de tonelada de CO2 para a atmosfera. Estas são as principais conclusões de um estudo europeu, liderado por uma equipa de investigadores do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR), da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
Os resultados do projecto intitulado REMODECE - Residential Monitoring to Decrease Energy Use and Carbon Emissions in Europe - vão ser apresentados em 29 de Setembro, num workshop sobre utilização racional de energia eléctrica no sector residencial e nos serviços, que terá lugar no auditório da Comissão de Coordenação da Região Centro, em Coimbra.
Com um orçamento global de um milhão e meio de euros, o REMODECE envolveu, além de Portugal, 11 países da Europa, e foi financiando em 50 por cento pela União Europeia no âmbito do Programa Energia Inteligente Europa.
De acordo com a directora técnica do projecto, Paula Fonseca, o REMODECE é «uma óptima ferramenta para avaliar o potencial de economias de energia eléctrica existentes no sector residencial na Europa, pela utilização de equipamentos energeticamente mais eficientes e pela eliminação/redução dos consumos de stand-by. O poder político passa a ter ao seu dispor um instrumento precioso para influenciar decisivamente a eficiência energética».

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 23 de setembro de 2008

EDP, B&B e Efacec fazem parceria para explorar energia das ondas

A EDP, a Babcok & Brown e a Efacec estabeleceram hoje uma parceria para o desenvolvimento de projectos experimentais na área da energia das ondas. O consórcio Ondas de Portugal é detido em 45% pela EDP, 35% pela Enersis, e os restantes 20% pela Efacec.
Esta parceria vem na sequência do primeiro projecto comercial de energia das ondas que foi lançado hoje na Costa norte portuguesa.
Este projecto é uma “joint venture” com 77% detidos por um grupo de três promotores, EDP, Efacec e B&B (dona da Enersis), e 23% detidos pela tecnóloga escocesa Pelamis Wave Power Ltd. O investimento total do projecto ronda os 9 milhões de euros.

(Fonte: Jornal de Negócios)

Portugal vai ser pioneiro a nível mundial no aproveitamento da energia das ondas

Portugal é, a partir de hoje, o primeiro país do mundo a produzir, a sério, electricidade a partir das ondas. Há muitos protótipos em teste em vários pontos do globo. Mas o parque das ondas da Aguçadoura, que é hoje inaugurado ao largo da Póvoa de Varzim, é pioneiro na produção eléctrica numa escala pré-comercial, a partir de equipamentos produzidos industrialmente.
São três máquinas com tecnologia britânica, que oscilarão ao sabor das ondas, gerando electricidade que o fabricante diz ser suficiente para alimentar 1500 habitações.
O projecto da Aguçadoura arranca com uma pequena capacidade 2,25MW, equivalente à de um único aerogerador de um parque eólico. É uma migalha no bolo energético nacional.
Mas sair na frente pode ser decisivo para o país. "É claramente um projecto pioneiro", afirma António Sarmento, do Centro de Energia das Ondas, uma associação privada que estuda e promove esta forma alternativa de produzir electricidade.
O projecto da Aguçadoura é uma aposta do grupo Enersis, que se dedica às energias renováveis em Portugal (ver caixa) e que há alguns anos contratou uma nova tecnologia desenvolvida pela empresa Pelamis Wave Power, com sede na Escócia. A instalação dos equipamentos, prevista para 2006, sofreu sucessivos atrasos.
O primeiro acabou por ser colocado no seu posto, a cinco quilómetros da costa, apenas em meados de Julho passado. Uma segunda máquina foi instalada posteriormente. Ambas já estão a produzir electricidade. A terceira estará hoje ancorada no Porto de Leixões, para a cerimónia de inauguração. Depois, bastará rebocá-la e uni-la a um ponto de ligação, como uma ficha a uma tomada.

"O parque está operacional", afirma Rui Barros, responsável na Enersis pelo parque da Aguçadoura. O projecto prevê uma segunda fase, com mais 27 máquinas Pelamis, somando 20 MW. A empresa está a pensar mais alto e tem projectos para mais 550 MW ao longo da costa.
É mais do que os 330 MW que o Governo quer pôr à disposição de novos projectos pré-comerciais ou de demonstração, numa zona piloto para a energia das ondas, ao largo de São Pedro de Moel, Marinha Grande. Mas ainda não está operacional a entidade gestora que irá servir de interlocutor único para as empresas interessadas.
A entidade gestora possivelmente será uma sociedade a ser criada pela Rede Eléctrica Nacional. Os detalhes da concessão ainda não foram, porém, formalizados. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Economia e da Inovação, já está concluído um projecto de decreto-lei, que se encontra à espera de pareceres até ao final deste mês. "No início do mês de Outubro será iniciado o processo formal para aprovação do diploma em Conselho de Ministros", assegura o Ministério da Economia, numa nota enviada ao PÚBLICO.
A costa portuguesa tem potencial para a instalação de 5000 MW de potência em energia das ondas - 15 vezes a capacidade da zona piloto. Mas, para António Sarmento, do Centro de Energia das Ondas, o pontapé de partida com o projecto da Aguçadoura e a zona piloto "é um bom começo".
"Pode fazer diferença, dependendo do que o país conseguir fazer das iniciativas que estão a ser lançadas", diz António Sarmento. O desenvolvimento de novos projectos pode proporcionar não só a fabricação de componentes no país como o seu próprio desenvolvimento tecnológico, associado a patentes.
Além disso, as primeiras empresas a lançar-se, como agora a Enersis, estarão em melhores condições de abrir caminho no mercado. "Há aqui uma série de oportunidades, e a componente energia é apenas uma delas", diz Sarmento. Mas tudo isto, acrescenta o especialista, implica esforço em inovação, compartilhado entre empresas e o Estado.

Numa lista elaborada pelo Centro de Energia das Ondas, aparecem 62 possíveis tecnologias para o aproveitamento da energia das ondas. Algumas foram já testadas em Portugal, como a central de coluna de água oscilante da ilha do Pico, Açores, ou o sistema Archimedes, cujos ensaios deixaram um ponto de ligação eléctrica reaproveitado agora pelo projecto da Aguçadoura.
Em Peniche, está em curso uma nova experiência, da empresa portuguesa Eneólica. Um protótipo, com uma asa submersa que bascula com as correntes de fundo, foi alvo de testes em 2007 e 2008. Agora será instalada uma nova máquina, com três asas, numa escala piloto.
Os ensaios em Peniche aproveitam uma licença já existente, para a instalação de um megawatt de potência das ondas no local - fora da zona piloto da Marinha Grande.
Mas as atenções principais voltam-se agora para as máquinas Pelamis da Aguçadoura, que serão as primeiras a operar em contínuo, em regime pré-comercial, produzindo electricidade e injectando-a no sistema eléctrico nacional.
A empresa Pelamis Wave Power, detentora da tecnologia, tem dois outros projectos em curso no Reino Unido - na Escócia e na Cornualha -, mas num estádio menos avançado. "Esperamos construir mais máquinas dentro de alguns meses", afirma Max Carcas, director da empresa.
Um bom empurrão seria a segunda fase do projecto da Aguçadoura, que depende da Enersis. "Da nossa parte, gostaríamos de avançar o mais rapidamente possível", diz Max Carcas.

(Fonte: Ricardo Garcia)

Generg conquista certificação ambiental

O grupo Generg, que comemora o seu 20º aniversário no mercado das renováveis, obteve a certificação do seu sistema de gestão ambiental, de acordo com a norma ISO 14 001. A Lloyds Register Quality Assurance Limited, entidade certificadora, concluiu recentemente o processo de verificações dos procedimentos e práticas ambientais em vigor na Generg, anunciou a empresa certificada.
«A obtenção desta certificação é motivo de orgulho para o grupo Generg, uma vez que reflecte o esforço, dedicação e o grande envolvimento de todos os trabalhadores da empresa na adopção das boas práticas exigidas por um sistema de gestão ambiental comprometido com os valores da sustentabilidade ambiental», acrescenta a mesma fonte.
No entanto, a Generg alerta que a obtenção desta certificação não é sinónimo de meta atingida: «Este é um processo contínuo que nos responsabiliza, cada vez mais, à medida que novos desafios se vão colocando à empresa.»

(Fonte: Portal Ambiente)

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

EDP e Lisboa promovem veículos eléctricos

A EDP, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa E-Nova, vai instalar pontos de carregamento para veículos eléctricos na cidade de Lisboa.
Os pontos de carregamento dos veículos eléctricos WattDrive vão estar situados nos Jerónimos (junto à Praça do Império), no Marquês de Pombal, Rossio (Rua dos Sapateiros), Praça de Londres, Chiado (Rua António Maria Cardoso) e na Estrela (Rua Domingos Sequeira).
Estão abertos ao público nos dias 20, 21 e 22 de Setembro entre as 10h e as 19h e o seu acesso é gratuito. Nos locais estará presente uma equipa de apoio da eléctrica nacional para esclarecer o condutor e ajudá-lo no carregamento do veículo. Esta é uma iniciativa da EDP que se insere na Semana da Mobilidade, que este ano adopta o tema “Ar puro para todos”.
De acordo com a EDP, os veiculos eléctricos apresentam-se hoje como uma solução com muitos beneficios para a qualidade do ar em zonas urbanas, para a redução do ruido e para as emissões de CO2.
A ligação à rede PLUG IN dos veículos eléctricos, durante os momentos em que estão estacionados, é útil à rede eléctrica, uma vez que esta poderá assim beneficiar de uma maior capacidade de armazenamento através das baterias destes veículos, para acumular energia eléctrica quando esta existe em excesso na rede e para devolvê-la à rede quando a procura ultrapassa a oferta.
A partir do dia 23 de Setembro, estes pontos de abastecimento irão funcionar durante um periodo temporário para experimentação da frota da Policia Municipal.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

AP2H2 debate hidrogénio

«A Economia do Hidrogénio e a Sustentabilidade Energética e Ambiental» é o tema que estará em destaque no seminário internacional que a Associação Portuguesa para a Promoção do Hidrogénio (AP2H2) está a organizar.
José Perdigoto, director geral de energia e geologia, Verónica Mesa, da Hynergreen, Campos Rodrigues, da AP2H2, ou são algumas das figuras que marcarão presença no evento, que decorrerá no dia 23 de Setembro,
No ano 2050 o hidrogénio poderá reduzir em 40 por cento o consumo de petróleo nos transportes, de acordo com o projecto europeu HyWays, que propõe uma estratégia para ultrapassar os constrangimentos económicos e tecnológicos e potenciar a competitividade europeia.
Vários estudos calculam que o patamar da rentabilidade possa ser atingido entre 2025 e 2035. O plano de acção que consta no projecto HyWays indica que durante esse período, com estimativas para o ano de 2030, já possam circular 16 milhões de automóveis movidos a hidrogénio, caso se concretize o investimento de 60 mil milhões de euros.
Em termos de potencial, o hidrogénio, por ser um vector energético com zero de carbono, pode produzir-se a partir de todos os recursos energéticos e converter-se em electricidade e calor com «uma alta eficiência e sem emissão de gases», destaca o relatório da ETAP - Enviromental Technologies Action Plan, sobre este vector energético.

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Co-geração aumenta eficiência energética da refinaria de Sines

A central de cogeração da refinaria de Sines, que representa um investimento total de 75 milhões de euros, vai entrar em funcionamento em Novembro de 2009, adiantou ontem José Catarino, director da Refinaria de Sines, dia em que se iniciou a paragem programada da refinaria.
A central de cogeração de Sines, à semelhança da que está a ser construída no Porto, vem dar resposta às necessidades actuais e futuras decorrentes da optimização do sistema refinador. De acordo com José Catarino, esta unidade, com uma potência de 82 MW, terá capacidade para vender à rede até 64 MW, aumentando para 81 por cento o grau de eficiência energética do complexo industrial entre ciclo eléctrico e vapor. Por sua vez, a unidade de cogeração vai permitir a redução de cerca de 140 mil toneladas anuais de CO2, «uma vez que a queima é feita através de gás natural, ou seja, é livre de enxofre», contextualiza o director da refinaria de Sines. Em termos nacionais, o valor de emissões evitadas ronda as 500 mil toneladas anuais de CO2.
Os cálculos de José Catarino apontam ainda para uma redução do consumo energético da refinaria de Sines, de 42 MW para 37 MW em 2011. É nesse ano que a Galp Energia vai dar à refinaria de Sines «uma terceira vida», depois do seu primeiro nascimento em 1978, e do segundo ciclo de investimentos, na ordem dos 500 milhões de euros, a preços de 1994. O objectivo é, segundo Ferreira de Oliveira, presidente executivo da Galp Energia, dotar o complexo industrial de maior complexidade processual e adaptá-lo às características do mercado, ou seja, maximizar a produção do gasóleo em 2,5 milhões de toneladas, já a partir de 2011, através da diminuição da produção de fuel óleo. Este projecto de modernização envolve um investimento de mais de 1000 milhões de euros.
Na cerimónia do aniversário da refinaria de Sines também se assinaram dois protocolos com a Câmara Municipal de Sines, em que a Galp Energia ficará responsável pelo investimento de seis milhões de euros na concepção e construção da «Cidade Desportiva», um complexo desportivo que «permitirá o desenvolvimento de várias modalidades de desporto e cultura de Sines», salientou Manuel Coelho, presidente da autarquia de Sines.

(Fonte: Ana Cristina Ferreira)

Caixa Geral de Depósitos inaugura maior central solar térmica do País

Foi hoje inaugurada a maior central solar térmica nacional, que se encontra instalada no edifício sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD). Apesar de já estar a funcionar há cerca de seis meses, hoje teve lugar a inauguração oficial pelo ministro da Economia, Manuel Pinho.
Num investimento de 1, 2 milhões de euros, que terá o seu retorno em menos de 10 anos, os 1 600 m2 de colectores solares térmicos produzem cerca de 4 MWh por dia, o que equivale ao consumo de energia de 400 mil famílias. A central foi desenvolvida em parceria com a EDP.
A energia produzida é utilizada para aquecer água (sanitárias e das cozinhas) e para a climatização do edifício, tanto para ar quente como para ar frio. Para o efeito, a central conta com um chiller de absorção, que serve para arrefecer água para o sistema de refrigeração, tornando esta central na maior central solar térmica com sistema de arrefecimento na Europa.
O aquecimento de água do edifício, no qual trabalham cerca de 5000 pessoas, é, assim, inteiramente assegurado pela central solar, o que permite poupar cerca de 470 MWh. A restante energia produzida é aproveitada para a climatização do edifício, numa poupança de mais 500 MWh. A poupança anual estimada é de 1 200 MWh, o que corresponde entre 3 e 4 por cento do consumo anual do edifício sede. Os painéis permitem ainda uma poupança anual de carbono de 500 toneladas de emissões de CO2 e a uma poupança de electricidade equivalente ao consumo anual de 2000 habitantes.
«A Caixa Geral de Depósitos procura, com a instalação desta central, que equivale a mais de170 mil árvores em termos de absorção de CO2, dar um contributo importante para a sustentabilidade, um aspecto extremamente importante da nossa estratégia de responsabilidade social», disse Faria de Oliveira, presidente do banco estatal.
Já Manuel Pinho referiu que o exemplo da CGD «deve ser seguido por um maior número de empresas», já que «o futuro passa pelas energias renováveis e pela eficiência energética, e os vencedores serão aqueles que se empenharem na criação de um modelo sustentável».

(Fonte: Sofia Vasconcelos)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Consumo de energia cresce na Sonae Distribuição

Clarabóias do tipo solartube, regulação automática do fluxo luminoso das lâmpadas, painéis fotovoltaicos, colectores solares e lâmpadas de tecnologia LED foram algumas das medidas introduzidas em 2007 pela Sonae Distribuição, para reduzir o seu consumo de energia.
Ainda assim, em 2007, o consumo de energia eléctrica da empresa foi de 319 Gwh, mais cerca de 15 por cento do que no ano anterior, que correspondeu a uma emissão de 155 234 toneladas de CO2 equivalente. Esta é, de resto, uma tendência que se verifica desde 2004.
De acordo com o relatório de sustentabilidade da Sonae Distribuição, lançado este mês, a evolução dos consumos de energia eléctrica, nos últimos 4 anos, «reflecte o ciclo de expansão da empresa e as necessidades crescentes da sua utilização para melhoria do conforto térmico e luminoso das instalações, bem como para a produção de frio para a conservação dos produtos alimentares».
Apesar daquelas condicionantes, acrescenta, «temos conseguido compensar a tendência de crescimento dos consumos dos últimos anos, mantendo estabilizado o indicador do consumo por m2».

Menos resíduos para aterro
Em 2007, a Sonae Distribuição gerou cerca de 46 170 toneladas de resíduos. Os principais tipos de resíduos são o cartão e os resíduos sólidos urbanos que, no seu conjunto, representaram 89 por cento da produção total.
Comparativamente ao ano de 2006, registou-se uma redução das percentagens de resíduos enviados para aterro ( menos 4 por cento) e para incineração (menos 1 por cento) e um acréscimo das percentagens de resíduos enviados para reciclagem (mais 4 por cento) e para compostagem (mais 1 por cento).
O ano de 2007 fica ainda assinalado por um forte crescimento dos quantitativos de resíduos enviados para reciclagem (mais 22 por cento relativamente a 2006) e pelo início da recolha e envio de resíduos equipamentos eléctricos electrónicos (REEE) para reciclagem.

(Fonte: Tânia Nascimento)

Portalegre recebe pós-graduações em valorização ambiental e eficiência energética

Até 15 de Setembro, a Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico de Portalegre, tem candidaturas abertas para as pós-graduações em valorização ambiental e produção de energia e em eficiência energética de edifícios.
A primeira pretende, em termos práticos, «conferir, a engenheiros licenciados em diferentes áreas, competências nos campos da valorização e tratamento de resíduos e da produção de energias renováveis e alternativas». O primeiro módulo do curso faz uma abordagem geral e diversificada no âmbito da política, economia e gestão da energia; o segundo módulo debruça-se sobre a eficiência energética na indústria; já o terceiro e o quarto módulos fazem uma abordagem sobre a gestão, tratamento e valorização de efluentes líquidos e gasosos, bem como sobre os resíduos sólidos. Os cinco módulos seguintes estão vocacionados para a energia dos recursos renováveis, enquanto que o último aborda as questões da gestão e avaliação de projectos.
No caso do curso em especialização em eficiência energética, o objectivo é oferecer «uma visão alargada das medidas que podem ser aplicadas em edifícios, novos e usados, de forma a aumentar a sua autonomia energética, com recurso a sistemas passivos e activos que conduzam a um aumento da sua eficiência energética», indica a instituição de ensino. Será dada especial relevância à nova legislação relativa ao comportamento térmico de edifícios, assim como aos sistemas de produção de águas quentes, sistemas de produção de energias renováveis com aplicação em edifícios e sistemas AVAC.
Ambos os cursos têm a mesma carga horária, 264 horas em 35 semanas, e o mesmo preço, 2200 euros para alunos e ex-alunos, e 2500 euros para o público em geral. O período de matrículas decorre entre 22 e 26 de Setembro.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Águas do Douro e Paiva poupa energia com optimização de estação elevatória

A Águas do Douro e Paiva está a realizar várias intervenções nas estações elevatórias do sistema multimunicipal de abastecimento de água da área do Grande Porto, com o objectivo de melhorar a eficiência energética destas instalações, adianta o grupo Águas de Portugal (AdP).
A optimização do sistema de comando da estação elevatória de Escariz, intervenção concluída em Julho, permitiu garantir «uma maior eficiência no funcionamento dos grupos de bombagem de acordo com o tarifário energético da EDP», sublinha a holding.
De acordo com os dados da AdP, será possível alcançar uma poupança de 154 euros na factura da electricidade da estação elevatória. A mesma intervenção já foi realizada nas instalações de S. João de Ver e Vale de Ferreiros e deverá ser replicada noutras quatro estações elevatórias do sistema gerido pela Águas do Douro e Paiva – Milheirós de Poiares, Lixa, Santa Eulália e Feiteira.

(Fonte: Portal Ambiente)

PPEC 2007 promove poupanças de 46 milhões de euros

As iniciativas de eficiência energética implantadas no segmento residencial e da indústria, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica de 2007 (PPEC), permitiram poupanças de energia eléctrica, com um benefício social de 46 milhões de euros.
Promovido pela ERSE, as 26 medidas do PPEC 2007 permitiram poupar o equivalente ao consumo anual de 165 mil famílias.
O valor das poupanças de energia eléctrica acumuladas, resultantes da implantação das medidas do PPEC 2007 no segmento residencial, é de 275 GWh (ou 104 mil toneladas de CO2), o que equivale ao consumo anual de 100 mil famílias.
Neste segmento, incentivou-se a utilização de 900 000 lâmpadas fluorescentes compactas (LFC) e de 7000 frigoríficos eficientes (classe A/A+), ultrapassando os valores inicialmente perspectivados (550 mil lâmpadas e 5 500 frigoríficos). Para esta vertente estima-se um benefício social de 26 milhões de euros.
No sector da indústria, o valor das poupanças de energia eléctrica acumuladas, resultantes da aplicação das medidas é de 184 GWh (ou 68 mil toneladas de CO2), o que equivale ao consumo anual de 65 000 famílias. Estas poupanças apresentam um benefício social de 20 milhões de euros.

(Fonte: Portal Ambiente)

Grande Lisboa recicla mais de três milhões de pilhas e baterias em 2007

Lisboa e Setúbal são os distritos do País que mais contribuíram para a recolha de pilhas e baterias, com praticamente metade (40 por cento) do total nacional. Em 2007, a região da Grande Lisboa recolheu cerca de três milhões de unidades, revelam os últimos dados da Ecopilhas, sociedade gestora de resíduos de pilhas e acumuladores que, desde o início da sua actividade em 2004, conta com mais de 61 milhões de unidades recolhidas.
No desempenho dos portugueses por região, quanto à entrega de pilhas e acumuladores usados, o Litoral - Viana do Castelo, Braga, Aveiro, Coimbra, Leiria - apresenta-se na segunda posição, contribuindo com 20 por cento do total nacional. Segue-se a região do Grande Porto com 15 por cento. Ainda com valores muito próximos, encontra-se a região do Interior Norte - Bragança, Castelo Branco, Guarda, Santarém, Viseu e Vila Real –, perfazendo 10 por cento do total de entregas, o que representa mais de 898 mil unidades.
Ao longo dos quatro anos de actividade da Ecopilhas, a posição no ranking de cada uma das regiões do País «tem-se mantido inalterável, sendo que a região da Grande Lisboa tem sido em regra a que mais contribui para o total nacional de recolha de pilhas e acumuladores. Por outro lado, as recolhas têm sido menos significativas nas ilhas da Madeira e Açores, na região do Algarve (distrito de Faro) e no Interior Sul - Portalegre, Beja e Évora. Este desempenho é, em parte, explicado pela relação entre a quantidade de recolhas e a densidade populacional destas regiões», justifica a Ecopilhas em comunicado.

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Registo das instalações consumidoras intensivas de energia até 15 de Outubro

As empresas e operadores de instalações consumidoras intensivas de energia (CIE), com consumos anuais iguais ou superiores a 500 toneladas equivalentes de petróleo (500/tep/ano), têm de efectuar o registo online em www.adene.pt até dia 15 de Outubro, de acordo com o quadro legal para a eficiência energética.
Esta obrigatoriedade resulta do Decreto-Lei n.º71/2008, publicado em 15 de Abril, que regula o Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia (SGCIE), uma das medidas previstas no PNAEE – Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (2008-2015).
O SGCIE vigora desde 15 de Junho de 2008 para todos os sectores de actividade com incidência na indústria e tem como objectivo promover a eficiência energética no parque empresarial português, através da utilização de fontes de energia renováveis e de recursos endógenos.
Para tal, o SGCIE define um conjunto de medidas regulamentares, a ser implementado nas instalações CIE após a primeira fase de registo no site da Agência para a Energia (Adene). É, assim, obrigatória a realização de auditorias energéticas periódicas e a elaboração de Planos de Racionalização dos Consumos de Energia e dos respectivos Relatórios de Execução e Progresso.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Prorrogado prazo para propostas para recuperação de passivos ambientais

As entidades que se queiram candidatar aos 95 milhões de euros, previstos no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), destinados a recuperar sítios contaminados e minas abandonadas onde estejam em risco aquíferos, ecossistemas ou a saúde humana, poderão fazê-lo até ao final no ano. O prazo que terminava em 29 de Agosto foi prorrogado até ao dia 15 de Dezembro.
O grupo de trabalho interministerial sobre os passivos ambientais, nomeado pelo despacho 21 876/2007, de 24 de Agosto, identificou um conjunto vasto de acções e projectos, com estimativas de investimento que poderão, até 2013, serem candidatáveis em particular ao Programa Operacional de Valorização do Território. O total do investimento previsto para a resolução dos passivos de sítios contaminados rondará os 64 milhões de euros, para uma fase imediata, adianta o Ministério do Ambiente ao AmbienteOnline.
Em relação às intervenções em minas abandonadas, num horizonte temporal do QREN, os valores estimados rondarão os 60 milhões de euros para as áreas mineiras de urânio e 58 milhões de euros para as antigas áreas de exploração de minérios polimetálicos. Estes são montantes que vêm dar resposta a um dos desígnios do Ministério do Ambiente, já que elegeu os chamados passivos ambientais como uma das prioridades no âmbito dos fundos comunitários.

(Fonte: Tânia Nascimento)