Mostrar mensagens com a etiqueta Eficiência Energética. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eficiência Energética. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Sector residencial pode evitar mais de 100 milhões de toneladas de CO2

Se os consumidores portugueses optassem por utilizar as tecnologias mais eficientes disponíveis no mercado, para além de contribuírem para a redução da factura mensal de electricidade, evitariam a emissão de dois milhões de toneladas de dióxido de carbono e a importação de 800 milhões de m3 de gás natural.
Em toda a Europa, esta poupança impedia a libertação de mais de 100 milhões de tonelada de CO2 para a atmosfera. Estas são as principais conclusões de um estudo europeu, liderado por uma equipa de investigadores do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR), da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
Os resultados do projecto intitulado REMODECE - Residential Monitoring to Decrease Energy Use and Carbon Emissions in Europe - vão ser apresentados em 29 de Setembro, num workshop sobre utilização racional de energia eléctrica no sector residencial e nos serviços, que terá lugar no auditório da Comissão de Coordenação da Região Centro, em Coimbra.
Com um orçamento global de um milhão e meio de euros, o REMODECE envolveu, além de Portugal, 11 países da Europa, e foi financiando em 50 por cento pela União Europeia no âmbito do Programa Energia Inteligente Europa.
De acordo com a directora técnica do projecto, Paula Fonseca, o REMODECE é «uma óptima ferramenta para avaliar o potencial de economias de energia eléctrica existentes no sector residencial na Europa, pela utilização de equipamentos energeticamente mais eficientes e pela eliminação/redução dos consumos de stand-by. O poder político passa a ter ao seu dispor um instrumento precioso para influenciar decisivamente a eficiência energética».

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Co-geração aumenta eficiência energética da refinaria de Sines

A central de cogeração da refinaria de Sines, que representa um investimento total de 75 milhões de euros, vai entrar em funcionamento em Novembro de 2009, adiantou ontem José Catarino, director da Refinaria de Sines, dia em que se iniciou a paragem programada da refinaria.
A central de cogeração de Sines, à semelhança da que está a ser construída no Porto, vem dar resposta às necessidades actuais e futuras decorrentes da optimização do sistema refinador. De acordo com José Catarino, esta unidade, com uma potência de 82 MW, terá capacidade para vender à rede até 64 MW, aumentando para 81 por cento o grau de eficiência energética do complexo industrial entre ciclo eléctrico e vapor. Por sua vez, a unidade de cogeração vai permitir a redução de cerca de 140 mil toneladas anuais de CO2, «uma vez que a queima é feita através de gás natural, ou seja, é livre de enxofre», contextualiza o director da refinaria de Sines. Em termos nacionais, o valor de emissões evitadas ronda as 500 mil toneladas anuais de CO2.
Os cálculos de José Catarino apontam ainda para uma redução do consumo energético da refinaria de Sines, de 42 MW para 37 MW em 2011. É nesse ano que a Galp Energia vai dar à refinaria de Sines «uma terceira vida», depois do seu primeiro nascimento em 1978, e do segundo ciclo de investimentos, na ordem dos 500 milhões de euros, a preços de 1994. O objectivo é, segundo Ferreira de Oliveira, presidente executivo da Galp Energia, dotar o complexo industrial de maior complexidade processual e adaptá-lo às características do mercado, ou seja, maximizar a produção do gasóleo em 2,5 milhões de toneladas, já a partir de 2011, através da diminuição da produção de fuel óleo. Este projecto de modernização envolve um investimento de mais de 1000 milhões de euros.
Na cerimónia do aniversário da refinaria de Sines também se assinaram dois protocolos com a Câmara Municipal de Sines, em que a Galp Energia ficará responsável pelo investimento de seis milhões de euros na concepção e construção da «Cidade Desportiva», um complexo desportivo que «permitirá o desenvolvimento de várias modalidades de desporto e cultura de Sines», salientou Manuel Coelho, presidente da autarquia de Sines.

(Fonte: Ana Cristina Ferreira)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Portalegre recebe pós-graduações em valorização ambiental e eficiência energética

Até 15 de Setembro, a Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico de Portalegre, tem candidaturas abertas para as pós-graduações em valorização ambiental e produção de energia e em eficiência energética de edifícios.
A primeira pretende, em termos práticos, «conferir, a engenheiros licenciados em diferentes áreas, competências nos campos da valorização e tratamento de resíduos e da produção de energias renováveis e alternativas». O primeiro módulo do curso faz uma abordagem geral e diversificada no âmbito da política, economia e gestão da energia; o segundo módulo debruça-se sobre a eficiência energética na indústria; já o terceiro e o quarto módulos fazem uma abordagem sobre a gestão, tratamento e valorização de efluentes líquidos e gasosos, bem como sobre os resíduos sólidos. Os cinco módulos seguintes estão vocacionados para a energia dos recursos renováveis, enquanto que o último aborda as questões da gestão e avaliação de projectos.
No caso do curso em especialização em eficiência energética, o objectivo é oferecer «uma visão alargada das medidas que podem ser aplicadas em edifícios, novos e usados, de forma a aumentar a sua autonomia energética, com recurso a sistemas passivos e activos que conduzam a um aumento da sua eficiência energética», indica a instituição de ensino. Será dada especial relevância à nova legislação relativa ao comportamento térmico de edifícios, assim como aos sistemas de produção de águas quentes, sistemas de produção de energias renováveis com aplicação em edifícios e sistemas AVAC.
Ambos os cursos têm a mesma carga horária, 264 horas em 35 semanas, e o mesmo preço, 2200 euros para alunos e ex-alunos, e 2500 euros para o público em geral. O período de matrículas decorre entre 22 e 26 de Setembro.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Águas do Douro e Paiva poupa energia com optimização de estação elevatória

A Águas do Douro e Paiva está a realizar várias intervenções nas estações elevatórias do sistema multimunicipal de abastecimento de água da área do Grande Porto, com o objectivo de melhorar a eficiência energética destas instalações, adianta o grupo Águas de Portugal (AdP).
A optimização do sistema de comando da estação elevatória de Escariz, intervenção concluída em Julho, permitiu garantir «uma maior eficiência no funcionamento dos grupos de bombagem de acordo com o tarifário energético da EDP», sublinha a holding.
De acordo com os dados da AdP, será possível alcançar uma poupança de 154 euros na factura da electricidade da estação elevatória. A mesma intervenção já foi realizada nas instalações de S. João de Ver e Vale de Ferreiros e deverá ser replicada noutras quatro estações elevatórias do sistema gerido pela Águas do Douro e Paiva – Milheirós de Poiares, Lixa, Santa Eulália e Feiteira.

(Fonte: Portal Ambiente)

PPEC 2007 promove poupanças de 46 milhões de euros

As iniciativas de eficiência energética implantadas no segmento residencial e da indústria, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica de 2007 (PPEC), permitiram poupanças de energia eléctrica, com um benefício social de 46 milhões de euros.
Promovido pela ERSE, as 26 medidas do PPEC 2007 permitiram poupar o equivalente ao consumo anual de 165 mil famílias.
O valor das poupanças de energia eléctrica acumuladas, resultantes da implantação das medidas do PPEC 2007 no segmento residencial, é de 275 GWh (ou 104 mil toneladas de CO2), o que equivale ao consumo anual de 100 mil famílias.
Neste segmento, incentivou-se a utilização de 900 000 lâmpadas fluorescentes compactas (LFC) e de 7000 frigoríficos eficientes (classe A/A+), ultrapassando os valores inicialmente perspectivados (550 mil lâmpadas e 5 500 frigoríficos). Para esta vertente estima-se um benefício social de 26 milhões de euros.
No sector da indústria, o valor das poupanças de energia eléctrica acumuladas, resultantes da aplicação das medidas é de 184 GWh (ou 68 mil toneladas de CO2), o que equivale ao consumo anual de 65 000 famílias. Estas poupanças apresentam um benefício social de 20 milhões de euros.

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Registo das instalações consumidoras intensivas de energia até 15 de Outubro

As empresas e operadores de instalações consumidoras intensivas de energia (CIE), com consumos anuais iguais ou superiores a 500 toneladas equivalentes de petróleo (500/tep/ano), têm de efectuar o registo online em www.adene.pt até dia 15 de Outubro, de acordo com o quadro legal para a eficiência energética.
Esta obrigatoriedade resulta do Decreto-Lei n.º71/2008, publicado em 15 de Abril, que regula o Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia (SGCIE), uma das medidas previstas no PNAEE – Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (2008-2015).
O SGCIE vigora desde 15 de Junho de 2008 para todos os sectores de actividade com incidência na indústria e tem como objectivo promover a eficiência energética no parque empresarial português, através da utilização de fontes de energia renováveis e de recursos endógenos.
Para tal, o SGCIE define um conjunto de medidas regulamentares, a ser implementado nas instalações CIE após a primeira fase de registo no site da Agência para a Energia (Adene). É, assim, obrigatória a realização de auditorias energéticas periódicas e a elaboração de Planos de Racionalização dos Consumos de Energia e dos respectivos Relatórios de Execução e Progresso.

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Unicer investe nove milhões na melhoraria do desempenho ambiental

A redução em 2,3 por cento do consumo de água e em 10,4 por cento no consumo de electricidade, a reciclagem de 94 por cento de resíduos e de 100 por cento de subprodutos, são os resultados da Unicer em 2007, que espelham o investimento de nove milhões de euros desta empresa cervejeira no seu desempenho ambiental, realça a Unicer no relatório de sustentabilidade de 2007.
Com a implantação do projecto EnSave, numa parceria com a dinamarquesa Danfoss, a Unicer conseguiu identificar e eliminar os desperdícios de energia, água, combustíveis, matérias-primas e materiais auxiliares. Como resultado, a Unicer deixou de gastar em 2007 electricidade equivalente ao consumo anual de 1000 residências portuguesas, ou seja, 3600 MWh, poupou 90 milhões de litros de água, o equivalente ao consumo anual residencial de 1600 cidadãos portugueses, e reduziu o consumo de dióxido de carbono em cerca de 26 por cento, ou seja, 2000 toneladas. No âmbito do projecto Logex, que visa promover a excelência nas actividades logísticas, com grande impacto ao nível da distribuição, as melhorias e optimização já realizadas permitiram a redução do percurso médio percorrido por cada palete vendida em 2007 para 144 km/palete, em vez dos anteriores 155 km/palete, o que se traduziu numa redução de 7 por cento com benefícios directos ao nível das emissões associadas ao consumo de gasóleo, conclui o relatório. A Unicer terminou o exercício de 2007 com um resultado líquido de 27,4 milhões de euros, tendo realizado um investimento de 42 milhões de euros em áreas que se estendem do turismo, passando pela I&D e por novas infra-estruturas industriais.

(Fonte: Portal Ambiente)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

ONU reduz GEE na sede nova-iorquina

O edifício da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque vai reduzir o uso de ar condicionado, a emissão de gases com efeito estufa e promover a poupança de recursos. O objectivo, de acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, é manter uma temperatura interna entre os 22 e 25ºC, e desligar o aquecimento ou o ar condicionado durante os fins-de-semana.
O plano será iniciado em Agosto, a título de experiência, sendo que, durante esse mês, «os funcionários e diplomáticos serão incentivados a vestirem-se de forma mais informal», continua a mesma fonte.
Em termos de poupanças, esta campanha poderá evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono, equivalente a 100 mil dólares. «Se esta experiência tiver êxito, o plano será prolongado», adianta Michael Adlerstein, director executivo do plano de melhoria das infra-estruturas do edifício da ONU. No Inverno, os cálculos apontam para poupanças maiores do que no Verão, podendo o custo energético anual diminuir em aproximadamente um milhão de dólares, conclui a mesma fonte.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

2nd Market inaugura inaugura linha para lâmpadas fluorescentes em Setembro

Em Setembro a 2nd Market vai inaugurar uma linha para o tratamento de lâmpadas fluorescentes. O equipamento já foi adquirido e «contamos que esteja pronto para testes ainda na primeira quinzena de Agosto», adianta António Moreira, da direcção executiva da empresa, ao AmbienteOnline.
A instalar em Canas de Senhorim, o equipamento implica um investimento da ordem dos 600 mil euros.
Além deste projecto, há cerca de três meses que a 2ndmarket tem instalações nos Açores para fazer a gestão global de resíduos, com enfoque nos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos.
«Este é o primeiro passo no arquipélago. Começámos em Ponta Delgada, mas queremos avançar para as restantes ilhas», acrescenta.

(Fonte: Tânia Nascimento)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Cimpor moderniza linhas de produção até 2011

A Cimpor quer modernizar as linhas mais antigas e construir novas linhas de produção de clínquer, como forma de aumentar a eficiência energética do processo de produção de clínquer e cimento, de forma e de diminuir as emissões indirectas de CO2.
Representando o consumo da energia eléctrica uma fracção de cerca de 12 a 15 por cento do total de energia utilizado no processo de fabrico de cimento, a Cimpor prevê um conjunto de medidas de racionalização energética e «um investimento em equipamentos mais modernos que melhorem continuamente o rendimento energético», lê-se no Relatório de Sustentabilidade de 2007 da Cimpor.
«Embora não tendo um impacte na mitigação das emissões directas de CO2, a redução do consumo específico de energia eléctrica constitui uma forma decisiva de a indústria cimenteira, como consumidor intensivo de energia eléctrica, contribuir para a diminuição das suas emissões indirectas, isto é, as emissões geradas pelos produtores de energia eléctrica a montante das respectivas unidades operacionais, sobretudo em países em que o processo de produção de energia assenta em combustíveis fósseis», refere o documento.
Assim, vai-se proceder à paragem da antiga linha de Campo Formoso, à construção de linhas mais eficientes em Campo Formoso (Brasil), a que se seguirão outras (Cajati, Campo Formoso e João Pessoa) e Amreyah CCC (Egipto), e à renovação de linhas de produção existentes em Portugal, Espanha, Marrocos e Tunísia.
Na sequência do arranque, no final de 2007, de duas linha remodeladas nas fábricas de Córdova e Niebla (passagem de via semi-seca a via seca na última), em Espanha, «a tendência de melhoria do consumo específico de energia térmica irá continuar a verificar-se no futuro», acredita a cimenteira portuguesa.
Também se esperam os contributos da remodelação de uma linha no Egipto até final de 2008, e da entrada, ainda este ano, de uma nova linha de produção de clínquer em Simuma, na África do Sul, bem como de uma das linhas de Cezarina, no Brasil, e a construção, até 2010/11, de novas linhas de produção em Marrocos, Tunísia, Turquia, Moçambique e China.

(Fonte: Portal Ambiente)

Hidrogénio atrai interesse energético de municípios e empresas

Vários sistemas alimentados a hidrogénio já estão a funcionar em municípios e empresas portuguesas, no âmbito do Projecto LUCIS – Demonstração de Pilhas de Combustível a Hidrogénio em Ambiente Real, liderado pelo Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (Inegi), em parceria com o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação e a Soluções Racionais de Energia.
«O objectivo é testar sistemas desenvolvidos com o hidrogénio como base tecnológica em ambiente real e em diferentes configurações e especificações, demonstrando as vantagens da utilização das pilhas de combustível a hidrogénio como solução de energia na competitividade das empresas e da economia», lembra o Inegi em comunicado.
A autarquia de Torres Vedras é uma das associadas deste projecto, sendo disso exemplo dois projectos de demonstração, que prevêem a utilização de pilhas de combustível como backup de sistemas de comunicação de unidades concelhias que integram o Serviço Nacional de Protecção Civil e como alimentadoras de sistemas de sinalização de emergência para obras a realizar na via pública.
O concelho de Albufeira, por sua vez, atrai a si quatro projectos de demonstração, referentes a alimentação energética do gabinete do vice-presidente, de focos e bombas de água da rotunda dos golfinhos situada na cidade, de dois candeeiros de iluminação pública e de karts para crianças.
O envolvimento do sector empresarial está representado pela Auto-estradas do Atlântico, cuja «colaboração focar-se-á na alimentação, por pilhas de combustível, das câmaras de videovigilância de auto-estradas, como complemento aos painéis fotovoltaicos», vinca o Inegi.
Também a Autosil, empresa produtora de baterias/acumuladores de chumbo, «vai utilizar pilhas de combustível como carregadores das baterias esperando-se, com isto, que consiga ganhar maior operacionalidade e flexibilidade», conclui a mesma fonte.
O projecto LUCIS envolveu um total de seis colaboradores e um investimento na ordem dos 240 mil euros.

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 29 de julho de 2008

Chamartín reduz consumo de energia em 2007

Em 2007, a imobiliária Chamartín conseguiu reduzir o consumo de energia, por convidado, em 14,48 por cento no Dolce Vita Douro, em 1,60 por cento no Dolce Vita Coimbra e em 15,45 por cento no Dolce Vita Porto, de acordo com o relatório de sustentabilidade da empresa recentemente publicado.
Contabilizando estes três centros, o consumo de energia foi de 1,02 toneladas equivalentes de petróleo por 1000 convidados. Estas reduções implicaram um investimento de 25 mil euros na substituição de lâmpadas de 150 W para 70 W e de balastros convencionais para balastros electrónicos.
As emissões de CO2 por convidado associadas ao consumo de energia seguiram, em 2007, a mesma tendência, tendo-se registado um decréscimo de 10,93 por cento para os centros comerciais Dolce Vita certificados ambientalmente com a norma ISO 14001.
A instalação de uma película reflectora na cobertura do Central Park permitiu reduzira carga térmica e, deste modo, diminuir o consumo de energia do sistema de climatização.
Com esta aplicação foram atingidas poupanças energéticas na ordem dos 19 por cento. A imobiliária conseguiu ainda uma redução do consumo de água por convidado: 14,82 por cento no Dolce Vita Douro, 2,3 por cento no Dolce Vita Coimbra e 18,46 por cento no Dolce Vita Porto.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

SAS lança-se no petróleo e gás

A SAS, empresa de referência mundial de business intelligence e de software analítico, aposta no petróleo e gás, criando uma unidade de negócio direccionada para as empresas que operam nestes sectores energéticos, «com o objectivo disponibilizar consultoria de soluções tecnológicas avançadas que apoiem as decisões estratégicas de planeamento de produção, gestão de reservas e distribuição», contextualiza a SAS em comunicado.
A nova unidade de negócio é constituída por uma rede de especialistas sectoriais de todo o mundo e vai ajudar as empresas a optimizarem o seu desempenho ao nível das actividades de exploração e produção e transporte e comercialização.
Na origem desta decisão está a «procura crescente de recursos energéticos a nível mundial e «o facto desta multinacional disponibilizar, há mais de 20 anos, soluções tecnológicas que respondem às características muito particulares deste sector», explica a empresa.
Recursos naturais, superfície terrestre, reservatórios, fornecedores, conjuntura económica, risco de negócio e custos e rentabilidade são alguns dos dados que devem ser transformados, no contexto desta nova unidade, em informação de apoio à decisão.
Recorde-se que a SAS tem clientes como a Petróleos de Venezuela, a brasileira Petrobras e a ConocoPhillips Noruega.

(Fonte: Portal Ambiente)

Central Solar na CGD

Uma das medidas mais visíveis para a redução de emissões de CO2 foi a instalação de painéis solares na cobertura do edifício-sede da CGD. Localizado em Lisboa este edifício dispõe, actualmente, da maior Central Solar do país.
A utilização de energias de fonte renovável é uma peça fundamental na minimização da dependência energética nacional e na redução das emissões de carbono.
Cerca de 85% da energia consumida em Portugal é importada, sob a forma de combustíveis fósseis. Com um número médio anual de horas de Sol que varia entre 2200 e 3000, Portugal é um dos países da Europa com melhores condições para aproveitamento da energia solar. No entanto, a utilização de sistemas solares térmicos ou fotovoltaicos está ainda longe de corresponder ao potencial deste recurso.
Os colectores solares térmicos captam a energia do Sol e transformam-na em calor, permitindo poupar até 70% da energia necessária ao aquecimento de águas num edifício.
A instalação de 130 painéis solares térmicos em 1 600 m2 da cobertura do edifício-sede, na Av. João XXI, em Lisboa, permite a produção de energia que será utilizada para aquecer água para sistemas de climatização e instalações sanitárias, poupando mais de 1 milhão de kWh de electricidade por ano (aproximadamente 5% do consumo global).
Simultaneamente, está a ser instalado um sistema de monitorização detalhada da energia produzida, que permitirá analisar o desempenho da instalação para posterior expansão a outros edifícios CGD que mostrem potencialidades para uso de energia solar.
Os 1.600 metros de painéis solares que instalámos no Edifício-Sede produzem anualmente energia equivalente ao consumo diário de 425.000 pessoas. Evitamos, assim, a emissão anual de 1.700 toneladas de CO2, o equivalente à capacidade de aborção de carbono de 170.000 árvores por ano.

Link de Apresentação do Sistema

(Fonte: CGD)

CGD lança o primeiro cartão Carbono Zero em Portugal

Caixa Carbono Zero 2010 é um programa estratégico da CGD que visa contribuir para a redução do impacte ambiental das suas actividades, numa lógica de desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo que procura induzir boas práticas junto dos seus colaboradores, clientes e da sociedade em geral.
Enquadra-se na Responsabilidade Social da Caixa Geral de Depósitos, no âmbito da qual assumem particular relevância as áreas estratégicas do Ambiente e da Educação, designadamente a nível da sensibilização ambiental e da literacia financeira, que, a par da Solidariedade, constituem áreas prioritárias de intervenção.
Nas acções previstas no âmbito do Programa Caixa Carbono Zero 2010, destaca-se a instalação de uma central solar, a maior do país, na cobertura do edifício-sede, que visa o abastecimento do edifício, numa óptica de boas práticas de eficiência energética.
Na linha do seu posicionamento e no cumprimento deste grande desígnio, a Caixa tem vindo a desenvolver também um conjunto alargado de iniciativas que promovem a sensibilização ambiental, envolvendo todos os stakeholders e a sociedade em geral, com destaque para a Floresta Caixa, o programa O Planeta Agradece e o Concurso de Design de Mobiliário com Materiais Reciclados, entre muitas outras.

(Fonte: CGD)

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Polirigido traz luz natural Solatube ao mercado português

A Polirigido, empresa especializada em tecnologias de aproveitamento energético, estabeleceu uma parceria com a Solatube International, marca norte-americana, para a distribuição exclusiva do produto Solatube em todo o território português.
Baseado em design e tecnologia de vanguarda, o Solatube é um sistema de disseminação de luz natural em espaços interiores. Através de um sistema reflector patenteado, o Solatube é capaz de aliar a difusão de luz natural durante todo o dia, ao longo de todo o ano, a um bom isolamento térmico e à protecção contra os raios ultra-violeta e infra-vermelhos, sem prejuízo da eficácia de ambas.
Dado que a única fonte energética é o sol, a luz espalhada pelo Solatube é natural, com elevado rendimento de cor e sem acarretar quaisquer custos de utilização. De instalação rápida, sem necessidade de manutenção e com 10 anos de garantia, o Solatube encontra-se disponível em três tamanhos para se poder aplicar em espaços comerciais, laborais ou residenciais, ajustando-se perfeitamente aos requisitos de iluminação de cada modelo arquitectónico.
«As enormes potencialidades do Solatube como meio de iluminação natural de baixo custo e elevado rendimento já foram amplamente comprovadas nos EUA e no resto da Europa», garante Vítor Lira, administrador da Polirigido.
«Acredito que a inovação e eficácia deste produto pode não só reduzir substancialmente o consumo de energia de uma casa, empresa ou instituição, como também contribuir de forma decisiva para as considerações energéticas globais que Portugal tem promovido nos últimos anos».

(Fonte: Portal Ambiente)

Mais de metade dos portugueses quer poupar energia para cortar despesas

Por detrás da vontade de poupar energia de mais de metade dos portugueses não estão preocupações ambientais, mas sim económicas. Cerca de 62 por cento dos portugueses, valor acima da média europeia, que se situa nos 59 por cento, está disposto a diminuir os seus gastos de energia mas para pagar uma factura menos elevada, «desvalorizando a questão ambiental», salienta a Logica em comunicado. «Apenas na faixa etária dos 15 aos 24 anos a tendência muda, com a preocupação ambiental a chegar a 50 por cento dos consumidores», acrescenta.
Por seu turno, e sem fugir à tendência europeia, também existe no País a dificuldade em concretizar as preocupações com o consumo de energia, «principalmente quando isso limita ou altera o estilo de vida, isto é, andar de transportes públicos ou usar menos o ar condicionado», assinala a empresa de serviços de tecnologias de informação e gestão.
A nível europeu, 80 por cento dos consumidores estão preocupados com as mudanças climáticas e 75 por cento afirmam saber que a quantidade de energia consumida afecta directamente o clima. Em Portugal, porém, e segundo o estudo, existe ainda uma grande diferença entre a percepção das questões energéticas e a atitude individual. «Esta diferença chega a atingir os 15 por cento», refere o estudo que envolveu a recolha de dados junto de 10 mil consumidores distribuídos por dez países europeus: Portugal, França, Reino Unido, Holanda, Finlândia, Espanha, Suécia, Noruega, Alemanha e Dinamarca.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 3 de julho de 2008

AreanaTejo promove eficiência energética com Fomentinvest

A AreanaTejo – Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo assinou recentemente um protocolo de colaboração com a Fomentinvest.
A parceria surge das oportunidades que se abrem com a aprovação do Plano Nacional de Acção para a Eficiência, sobretudo ao nível da gestão integrada de energia, explica Tiago Gaio, director da AreanaTejo, por «ir ao encontro das intenções desta agência para 2009-2010 na óptica da definição de uma estratégia energética para o Norte Alentejo».
Equipamentos desportivos, edifícios municipais, escolas, iluminação pública, hotelaria, serviços, e indústria são os edifícios alvo de futuras intervenções. As áreas a abranger incluem, por exemplo, o aproveitamento da energia solar para produção de energia eléctrica ou para produção de energia térmica, o aumento da eficiência energética da iluminação pública, seja pela utilização de reguladores de fluxo ou pela remodelação de lâmpadas e/ou luminárias, o aumento da eficiência energética dos sistemas de controlo de trânsito ou da melhoria da eficiência energética dos edifícios públicos.
Segundo Tiago Gaio, através da utilização de contratos de performance de energia, a celebrar no âmbito do protocolo, será possível aos municípios associados da AreaTejo beneficiar de condições especiais de financiamento de projectos desenvolvidos nestas temáticas da eficiência energética e das energias renováveis.

(Fonte: Ana Cristina Ferreira)

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Brisa investe 7,2 milhões de euros em ambiente

A componente ambiental tem sido uma prioridade para a Brisa. Actualmente, esta vertente é suportada por um sistema de gestão ambiental que controla todas as fases da actividade da empresa, gerando um investimento total de 7,2 milhões de euros na área do ambiente só em 2007, ressalta o relatório de sustentabilidade da empresa.
Em 2007, a Brisa deu particular atenção à biodiversidade, uma área crítica para a sua actividade. A título de exemplo, definiu uma declaração de política de biodiversidade e desenvolveu uma nova estratégia assente em seis parcerias, que contemplam o desenvolvimento de acções de investigação e educação, integradas na dinâmica da empresa.
Relativamente a outros indicadores, a empresa conseguiu reduzir o consumo de electricidade, que passou de 109 248 gigajoules, em 2006, para 98 662 gigajoules, em 2007. A mesma tendência foi verificada ao nível dos combustíveis. O consumo passou de 116 666 gigajoules, em 2006, para os 101 560, no ano transacto.
Ao nível do consumo de água, houve um acréscimo de 38 339 metros cúbicos (m3), atingindo, no ano transacto, os 248 614 m3.
Em 2007, foi criado um Grupo de Trabalho de Eficiência Energética, do qual resultaram diversas iniciativas. É o caso do projecto telemática, que contempla a instalação de painéis de energia solar como fonte de energia para o equipamento de telemática ao longo da rede. Em 2007, esta solução foi adoptada em postos SOS e em equipamentos de suporte ao sistema de telemática rodoviária.
A empresa tem também em curso o projecto energia eólica, para tornar a rede de lojas Brisa e Via Verde autónomas em termos de energia, através da instalação de micro-eólicas. Esta solução encontra-se já operacional na loja de Oeiras.

(Fonte: Tânia Nascimento)

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Edifício Solar XXI é «ex-líbris da eficiência energética»

Antecipando os efeitos do diploma Sistema de Certificação Energética aplicados a todos os edifícios, já a partir de 2009, o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) fez hoje a visita guiada ao Edifício Solar XXI, que se situa nas instalações deste instituto.
Este edifício «concretiza os esforços do departamento de energias renováveis do INETI de projectar e construir de raiz um edifício que possa constituir um ex-líbris da eficiência energética em edifícios e da utilização das energias renováveis», vincou hoje Hélder Gonçalves, coordenador deste projecto de investigação, do INETI.
Encarado enquanto caso de estudo, o Edifício Solar XXI, que passa a ser a casa do departamento de energias renováveis do INETI, combina uma estratégia de optimização da envolvente com a utilização de sistemas solares, activos e passivos, onde se destaca a integração de sistemas fotovoltaicos nas fachadas com aproveitamento térmico e um sistema de arrefecimento passivo pelo solo. Estas são soluções que «permitem assegurar as condições de conforto térmico do edifício, reduzindo ou anulando quaisquer consumos energéticos para esse efeito», referiu Hélder Gonçalves. Aliás, o investigador do INETI afiança que o futuro dos edifícios a nível mundial caminha para a aplicação do conceito Zero Energy Building, ou seja, «edifícios auto-sustentáveis, que produzem a mesma energia que consomem».

(Fonte: Ana Cristina Ferreira)