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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Caixa Geral de Depósitos inaugura maior central solar térmica do País

Foi hoje inaugurada a maior central solar térmica nacional, que se encontra instalada no edifício sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD). Apesar de já estar a funcionar há cerca de seis meses, hoje teve lugar a inauguração oficial pelo ministro da Economia, Manuel Pinho.
Num investimento de 1, 2 milhões de euros, que terá o seu retorno em menos de 10 anos, os 1 600 m2 de colectores solares térmicos produzem cerca de 4 MWh por dia, o que equivale ao consumo de energia de 400 mil famílias. A central foi desenvolvida em parceria com a EDP.
A energia produzida é utilizada para aquecer água (sanitárias e das cozinhas) e para a climatização do edifício, tanto para ar quente como para ar frio. Para o efeito, a central conta com um chiller de absorção, que serve para arrefecer água para o sistema de refrigeração, tornando esta central na maior central solar térmica com sistema de arrefecimento na Europa.
O aquecimento de água do edifício, no qual trabalham cerca de 5000 pessoas, é, assim, inteiramente assegurado pela central solar, o que permite poupar cerca de 470 MWh. A restante energia produzida é aproveitada para a climatização do edifício, numa poupança de mais 500 MWh. A poupança anual estimada é de 1 200 MWh, o que corresponde entre 3 e 4 por cento do consumo anual do edifício sede. Os painéis permitem ainda uma poupança anual de carbono de 500 toneladas de emissões de CO2 e a uma poupança de electricidade equivalente ao consumo anual de 2000 habitantes.
«A Caixa Geral de Depósitos procura, com a instalação desta central, que equivale a mais de170 mil árvores em termos de absorção de CO2, dar um contributo importante para a sustentabilidade, um aspecto extremamente importante da nossa estratégia de responsabilidade social», disse Faria de Oliveira, presidente do banco estatal.
Já Manuel Pinho referiu que o exemplo da CGD «deve ser seguido por um maior número de empresas», já que «o futuro passa pelas energias renováveis e pela eficiência energética, e os vencedores serão aqueles que se empenharem na criação de um modelo sustentável».

(Fonte: Sofia Vasconcelos)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Martifer e Caixa são parceiras na área das energias renováveis

A Martifer e o grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), através da Caixa Capital, celebraram um acordo de entendimento com vista à promoção e a investimentos conjuntos na área das energias renováveis, sobretudo ao nível das energias eólica e solar, como forma de «aproveitar as oportunidades de negócio existentes, quer em Portugal quer no estrangeiro», anuncia a Martifer em comunicado.
Nestes projectos o Fundo de Capital de Risco Energias Renováveis, Caixa Capital, poderá ter uma participação até 49 por cento do capital, sendo a Martifer a responsável pelo desenvolvimento, construção, operação e manutenção dos parques prevendo-se, ainda, o envolvimento do Caixa – Banco de Investimento para liderar a organização e montagem das estruturas de financiamento desses projectos.
Este fundo da CGD é o primeiro em Portugal direccionado para as energias renováveis e conta com um capital de 50 milhões de euros. Deste montante, «cerca de 50 por cento já foi investido em diversos projectos, fundamentalmente em empresas de energia eólica», continua a Martifer.

(Fonte: Portal Ambiente)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Central Solar na CGD

Uma das medidas mais visíveis para a redução de emissões de CO2 foi a instalação de painéis solares na cobertura do edifício-sede da CGD. Localizado em Lisboa este edifício dispõe, actualmente, da maior Central Solar do país.
A utilização de energias de fonte renovável é uma peça fundamental na minimização da dependência energética nacional e na redução das emissões de carbono.
Cerca de 85% da energia consumida em Portugal é importada, sob a forma de combustíveis fósseis. Com um número médio anual de horas de Sol que varia entre 2200 e 3000, Portugal é um dos países da Europa com melhores condições para aproveitamento da energia solar. No entanto, a utilização de sistemas solares térmicos ou fotovoltaicos está ainda longe de corresponder ao potencial deste recurso.
Os colectores solares térmicos captam a energia do Sol e transformam-na em calor, permitindo poupar até 70% da energia necessária ao aquecimento de águas num edifício.
A instalação de 130 painéis solares térmicos em 1 600 m2 da cobertura do edifício-sede, na Av. João XXI, em Lisboa, permite a produção de energia que será utilizada para aquecer água para sistemas de climatização e instalações sanitárias, poupando mais de 1 milhão de kWh de electricidade por ano (aproximadamente 5% do consumo global).
Simultaneamente, está a ser instalado um sistema de monitorização detalhada da energia produzida, que permitirá analisar o desempenho da instalação para posterior expansão a outros edifícios CGD que mostrem potencialidades para uso de energia solar.
Os 1.600 metros de painéis solares que instalámos no Edifício-Sede produzem anualmente energia equivalente ao consumo diário de 425.000 pessoas. Evitamos, assim, a emissão anual de 1.700 toneladas de CO2, o equivalente à capacidade de aborção de carbono de 170.000 árvores por ano.

Link de Apresentação do Sistema

(Fonte: CGD)

CGD lança o primeiro cartão Carbono Zero em Portugal

Caixa Carbono Zero 2010 é um programa estratégico da CGD que visa contribuir para a redução do impacte ambiental das suas actividades, numa lógica de desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo que procura induzir boas práticas junto dos seus colaboradores, clientes e da sociedade em geral.
Enquadra-se na Responsabilidade Social da Caixa Geral de Depósitos, no âmbito da qual assumem particular relevância as áreas estratégicas do Ambiente e da Educação, designadamente a nível da sensibilização ambiental e da literacia financeira, que, a par da Solidariedade, constituem áreas prioritárias de intervenção.
Nas acções previstas no âmbito do Programa Caixa Carbono Zero 2010, destaca-se a instalação de uma central solar, a maior do país, na cobertura do edifício-sede, que visa o abastecimento do edifício, numa óptica de boas práticas de eficiência energética.
Na linha do seu posicionamento e no cumprimento deste grande desígnio, a Caixa tem vindo a desenvolver também um conjunto alargado de iniciativas que promovem a sensibilização ambiental, envolvendo todos os stakeholders e a sociedade em geral, com destaque para a Floresta Caixa, o programa O Planeta Agradece e o Concurso de Design de Mobiliário com Materiais Reciclados, entre muitas outras.

(Fonte: CGD)