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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Pinhosão é a nona barragem com concurso aberto

Depois de o Instituto da Água (Inag) abrir concurso público para a produção de energia hidroeléctrica, concepção, construção, exploração e conservação do aproveitamento hidroeléctrico de Girabolhos, localizado no rio Mondego, chega a vez de Pinhosão.
As candidaturas a esta barragem, localizada no rio Vouga, deverão ser apresentadas até ao dia 27 de Outubro.
Este concurso, realizado no âmbito do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico, classifica as propostas, para efeitos de adjudicação, através da mais elevada quantia oferecida pela exploração do aproveitamento hidroeléctrico de Pinhosão à cota de 290 metros.
Quanto aos restantes empreendimentos, a EDP apresentou um investimento de 161,7 milhões de euros no concurso à construção das barragens de Alvito e Fridão. As espanholas Unión Fenosa, Iberdrola e Endesa concorreram apenas a Fridão, e a construção da barragem de Almourol não teve empresas a concurso.
Por sua vez, a Iberdrola venceu também o concurso para a construção de um complexo hidroeléctrico de quatro barragens em Portugal, prevendo investir mil milhões de euros, entre 2012 e 2018. A empresa apresentou a proposta financeira mais elevada para as barragens de Padroselos, Alto Tâmega, Daivões e Gouvães.

(Fonte: Portal Ambiente)

Barragem de Girabolhos em concurso até Outubro

O Instituto da Água (Inag) tem concurso público aberto para produção de energia hidroeléctrica, concepção, construção, exploração e conservação do aproveitamento hidroeléctrico de Girabolhos, localizado no rio Mondego.
As candidaturas deverão ser apresentadas até ao dia 20 de Outubro. Este concurso, realizado no âmbito do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico, classifica as propostas, para efeitos de adjudicação, através da mais elevada quantia oferecida pela exploração do aproveitamento hidroeléctrico de Girabolhos à quota de 300 metros.
Quanto aos restantes empreendimentos, a EDP apresentou um investimento de 161,7 milhões de euros no concurso à construção das barragens de Alvito e Fridão. As espanholas Unión Fenosa, Iberdrola e Endesa concorreram apenas a Fridão, e a construção da barragem de Almourol não teve empresas a concurso.
Por sua vez, a Iberdrola venceu também o concurso para a construção de um complexo hidroeléctrico de quatro barragens em Portugal, prevendo investir mil milhões de euros, entre 2012 e 2018. A empresa apresentou a proposta financeira mais elevada para as barragens de Padroselos, Alto Tâmega, Daivões e Gouvães.

(Fonte: Portal Ambiente)

sexta-feira, 18 de julho de 2008

EDP venceu o concurso dos aproveitamentos hidroeléctricos de Fridão e Alvito

A EDP venceu o concurso para atribuição do domínio hídrico dos aproveitamentos hidroeléctricos de Fridão e Alvito por um prazo de 65 anos. A proposta da EDP consistiu numa oferta de €161,7 milhões acrescidos do valor mínimo de €70 milhões definido no programa de concurso, a ser pagos pela EDP durante 2008. O investimento total na construção das duas centrais está estimado em €510 milhões com início de operação previsto para 2016.
O aproveitamento hidroeléctrico do Fridão, no rio Tâmega, na bacia do Douro representará um investimento de €242 milhões para uma potência instalada de 256 MW, superior aos 162 MW indicados no Plano Nacional de Barragens (PNB), tornada possível com a introdução de uma barragem de regularização a jusante. Este aproveitamento apresenta um importante potencial de instalação de bombagem, que não foi considerado na proposta apresentada.
A proposta da EDP foi a única que contemplou a central do Alvito, no rio Ocreza, na bacia do Tejo, que representará um investimento de €268 milhões para uma potencia de 136 MW, superior aos 48 MW indicados no PNB. Esta central terá capacidade de bombagem, através do aproveitemanto da localização a jusante da albufeira da central hidroeléctrica de Pracana, operada pela EDP implicando elevadas sinergias operacionais na bacia do Tejo.
A adjudicão destas concessões está sujeita à confirmação pelo INAG da conformidade da proposta com o programa de concurso. Estes projectos estão ainda dependentes de autorizações ambientais, que na eventualidade de não serem obtidas, implicam a devolução parcial do montante da oferta apresentada.

(Fonte: EDP-Energias de Portugal)

quinta-feira, 17 de julho de 2008

EDP concorre a barragens de Alvito e Fridão por 161,7 milhões de euros

O investimento de 161,7 milhões de euros da EDP servirá para concorrer à construção das barragens de Alvito e Fridão. As espanholas Unión Fenosa, Iberdrola e Endesa concorreram apenas a Fridão, e a construção da barragem de Almourol não teve empresas a concurso.
As propostas para a construção das barragens de Alvito, Fridão e Almourol foram hoje abertas para consulta no Instituto da Água, que deu a conhecer os valores a concurso. Para Fridão, a Endesa apresentou a proposta mais alta do grupo das espanholas (80 milhões de euros), seguida da Iberdrola (37,2 milhões de euros) e Unión Fenosa (20,5 milhões de euros), de acordo com a agência Lusa.
Recorde-se que o Governo aprovou no início de Dezembro o Programa Nacional de Barragens, que contempla a construção de 10 novas centrais hidroeléctricas: Foz Tua (rio Tua), Pinhosão (Vouga), Patroselos, Vidago, Daivões, Fridão e Gouvães (Tâmega), Girabolhos (Mondego), Alvito (Ocreza) e Almourol (Tejo). Este plano prevê a mobilização de um investimento total de 1,14 mil milhões de euros e destina-se a aumentar a produção de electricidade em Portugal até 7000 MW.

(Fonte: Portal Ambiente)

terça-feira, 15 de abril de 2008

Terceira fase do concurso das eólicas irá instalar mais 200 megawatts

O primeiro-ministro afirmou no dia 11/04/2008 que será lançada a terceira fase do concurso de potência eólica, envolvendo a instalação de mais de 200 megawatts, e que o Governo criará um Pólo da Competitividade da Energia.Estas medidas foram anunciadas pelo primeiro-ministro na abertura do debate quinzenal, na Assembleia da República, dedicado ao tema das políticas de energia. Sócrates disse que a terceira fase do concurso de potência eólica "terá características próprias", já que se dirigirá a pequenos investidores", tendo "um forte componente local", em que serão privilegiados "projectos situados no interior do país". O primeiro-ministro adiantou depois que o Pólo de Competitividade da Energia "será o segundo a ser criado depois do Pólo da Competitividade da Saúde". "Este pólo associará empresas, universidades e centros de inovação, permitindo a realização de acções conjuntas para a promoção de investigação e desenvolvimento", disse. Ainda sobre a criação deste pólo, o primeiro-ministro referiu que se encontram previstos financiamentos no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), visando a "aproximação entre empresas e unidades de ensino e investigação".

(Fonte: Jornal Público)