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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Motor Magnetico Revolucionário

Muitos de nós já ouvimos de um Motor Revolucionário, que trabalha apenas por magnetismo, só baseado em ímans permanentes, mas pelas leis da física, tal situação não é possível… tem de existir uma transferência de energia, no caso de um motor normal, fornecemos energia eléctrica ou no de combustão fornecemos combustível, portanto existe uma forma de transferência de energia, no caso dos ímans permanentes estes têm tendência a procurar uma situação de equilíbrio e depois paravam o movimento, para que eles continuem a movimentar-se tem de existir uma fonte de energia externa de forma a constantemente provocarem desequilíbrios, o que torna a mensagem produzida neste vídeo errada.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

DGEG abre novo período para pedidos de ligação à rede

De 1 a 15 de Maio vai decorrer um novo período de apresentação de pedidos de informação prévia (PIP) para ligação à rede de instalações do sistema eléctrico independente. A Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG) vai aceitar pedidos para aproveitamentos hidroeléctricos que tenham sido objecto do respectivo título de utilização do domínio hídrico e para ampliação da potência de ligação para instalações de cogeração em funcionamento, para fins de viabilização de uma adequada exploração das unidades existentes, limitada a 1 megawatt (MW).
A satisfação dos pedidos apresentados terá em conta a capacidade disponível na rede SEP para 2008/2010.
A DGEG justifica este novo período com o novo quadro regulamentar introduzido pela Lei da Água e as recentes metas definidas pelo Governo para a energia hídrica, que visam revitalizar o potencial ainda por explorar, e que vieram «enquadrar a necessidade de promover o desempenho das pequenas centrais hidroeléctricas como forma de aproveitamento dos recursos endógenos e redução da dependência energética».
É reconhecida, ainda, a necessidade de proceder a ajustamentos de pequena dimensão na potência de ligação de algumas unidades de cogeração, derivados de «alterações tecnológicas introduzidas nas unidades industriais, que conduziram a uma melhoria significativa da eficiência eléctrica, o que acarreta um desequilíbrio no balanço entre a energia eléctrica e térmica, com a consequente dificuldade de exploração do sistema».

(Fonte: Portal Ambiente)

Portugal importou mais 9,3 por cento de energia em 2007

O saldo importador de energia de Portugal sofreu um agravamento de 9,3 por cento em 2007, segundo a factura energética do País, relativa ao ano passado, colocada recentemente no sítio da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). O saldo corresponde a 6 448 milhões de euros, contra 5 901 milhões de euros em 2006 devido, fundamentalmente, explica a DGEG, ao aumento das cotações internacionais do petróleo bruto.
Em 2007 Portugal gastou 8 mil milhões de euros em importação de energia, da qual 81 por cento é petróleo, 10,3 por cento é gás natural, 4,9 por cento electricidade, 3,4 por cento hulha e 0,4 por cento coque de petróleo. O valor das exportações de energia (reexportação de refinados e exportação de electricidade) sofreu um decréscimo de 19,6 por cento, 1 558 milhões de euros em relação a 1 939 milhões de euros em 2006.
A exportação de refinados decresceu 11,9 por cento, enquanto a electricidade decresceu 28,2 por cento. Por sua vez, a importação de energia eléctrica cresceu 9,6 por cento, a de gás natural aumentou 13,4 por cento, registando a maior subida, e a de refinados aumentou igualmente, 12,3 por cento. A energia importada teve um peso na balança de mercadorias de 14,7 por cento.
Segundo a DGEG, o agravamento do saldo importador foi mitigado devido à acção conjugada de um ano de 2007 relativamente húmido, «onde a redução de necessidades de fuel ( menos 17,1 por cento) e de carvão ( menos 18 por cento) para a produção de electricidade foram significativas. Para além disso, diz, houve uma redução de stocks de produtos de petróleo de cerca de 400 mil toneladas e uma quebra geral no consumo de derivados de petróleo de 2,2 por cento.
(Fonte: Portal Ambiente)

quarta-feira, 30 de abril de 2008

EDP Renováveis - Powered by Nature

A EDP Renováveis é líder mundial no sector das energias renováveis. Estando presentes nos mercados mais atractivos e continuando a expandir a actividade para novas geografias.São actualmente o quarto operador mundial no sector eólico. Tiveram um desenvolvimento excepcional durante os últimos anos e querem continuar a crescer e a criar valor. Entre 2005 e 2007, a capacidade instalada quadriplicou, e são uma das três companhias a nível mundial com maior crescimento no sector.
O principal accionista da EDP Renováveis é o Grupo EDP, o maior grupo industrial português e uma das principais empresas energéticas europeias. Actualmente é o terceiro operador energético da Península Ibérica, com actividades ao nível da produção, distribuição e comercialização de electricidade e gás, tanto em Portugal como em Espanha. Para além da sua posição de liderança na Península Ibérica, o Grupo EDP tem também uma presença significativa no sector eléctrico no Brasil e, por via da EDP Renováveis, nos Estados Unidos.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Energia solar vai iluminar noites nas praias algarvias

A Coelha, praia de Albufeira frequentada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, vai ser o primeiro areal do país a ganhar, ainda antes do Verão, iluminação nocturna com o aproveitamento da energia solar.
A iluminação pública envolvente da praia da Coelha está já a ser removida e estima-se que em Junho os candeeiros com iluminação fotovoltaica sejam uma realidade, informa a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da região (CCDR) do Algarve.
«Está já a ser retirada a iluminação eléctrica vinda de fontes de energia convencionais e está a preparar-se o terreno e a limpar os acessos à praia para instalar as armaduras», explicou à Lusa José Torrão, da Agência Regional de Energia Ambiental do Algarve (AREAL), empresa projectista da empreitada.
O estudo de viabilidade e o projecto de execução é da responsabilidade da AREAL.
As novas armaduras vão ser compostas por placas especiais de um metro quadrado que recebem a luz solar e a transforma depois em energia eléctrica enchendo de luz o areal durante a noite, mas de forma ecológica, explicou a AREAL.
A obra, subsidiada por fundos comunitários, está orçada em 200 mil euros e prevê que até 2009 estejam terminadas outras intervenções em areais algarvios.

(Fonte: Lusa)